quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Tecnologias da Informação e da Comunicação no ambiente de trabalho.



Após muitas empresas terem inserido novas tecnologias, o numero de postos de trabalho despencou. Isso gerou preocupação entre os especialistas de economia e sociologia. Eles concordaram que um modo de amenizar esse fenômeno industrial era reduzir o numero de horas trabalhadas, sem perda salarial. Mas a tecnologia não atingiu apenas esses setores. Ao mesmo tempo em que ela extinguiu certos postos de trabalho, ela também criou novos. Só que esse avanço no mercado de trabalho foi tão rápido, que os trabalhadores não conseguiram acompanhar essa mudança, e acabaram ficando desempregados pela falta da nova qualificação profissional. Esse é um problema social de muitas pessoas hoje, não apenas nos países subdesenvolvidos, mas nos desenvolvidos também. Uma vez que isso ocorreu no mundo todo, a demanda para alguns cargos ocupacionais importantes aumentaram pela falta da mão-de-obra qualificada, o que alavancou a competitividade entre os profissionais no mercado de trabalho.
Um mundo onde as máquinas imperam sobre a mão-de-obra manual, com mais velocidade e qualidade, e descarta os seres humanos de executarem certas funções. Essa é a realidade do novo mundo do mercado de trabalho, onde agora vemos que os mais fortes intelectualmente sobrevivem nessa selva tecnológica. O que se necessitava de força física antigamente, hoje exigisse de força intelectual. O mundo está em constantes mudanças aceleradas, e se não dermos um jeito de acompanhá-lo, de certa forma não haverá lugar para nós aqui.
O conhecimento passou a ter uma importância vital, pois seu monopólio assegura a competitividade e posição no mercado. Na revolução a medida de tempo das novas "máquinas inteligentes" passou a ser de menos segundos criando um stress mental ao contrário do stress físico.
O computador está se tornando uma fonte de estresse, à medida que o ritmo cada vez mais acelerado do trabalho aumenta a impaciência dos trabalhadores, que exigem respostas cada vez mais rápidas; resultando assim, em níveis sem precedentes de estresse.
As novas tecnologias baseadas no computador aceleraram tanto o volume e o ritmo da informação passando por sobrecarga e fundindo-se. O fator crítico da produtividade passou da resposta física à mental e da força muscular para a cerebral.
Embora as condições de trabalho em instalações reestruturadas e automatizadas estejam aumentando o estresse e comprometendo a saúde dos trabalhadores, a mudança na natureza do trabalho também está contribuindo para sua insegurança econômica. Muitos trabalhadores já não conseguem encontrar empregos de período integral e estabilidade em longo prazo.
A preocupação com o constante crescimento do deslocamento tecnológico de longo prazo despertou até o interesse de psicólogos.
As pessoas passaram a fazer parte das notícias, participam da informação, adquirem e compartilham o acesso a tudo, possuem a comodidade de comprar, vender e trabalhar sem sair de casa entre outros.
Como pode a humanidade começar a se preparar para um futuro no qual a maior parte do trabalho formal terá sido transferido de seres humanos para máquinas?
Ganhos  de produtividade decorrentes da introdução de novas tecnologias de racionalização do tempo e do trabalho terão de ser repartidas com milhões de trabalhadores. Avanços dramáticos em produtividade precisarão ser compensados por reduções igualmente dramáticas no número de horas trabalhadas e aumentos constantes de salários para assegurar uma demanda eficaz pela produção e uma distribuição justa dos frutos do progresso tecnológico.


Esta é a arena em que homens e mulheres explorarão novos papéis e responsabilidades e encontrarão novos significados para suas vidas, agora que o valor de mercado de seu tempo está desaparecendo.

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